sábado, 16 de março de 2013

Agir de Deus e sua Sabedoria Divina.



                               Introdução

Tenho aprendido muito com Deus nos últimos anos acerca de sua estranha forma de agir e sinto-me desafiado a compartilhar isto com tantos quantos eu puder fazê-lo. A forma como tenho recebido a compreensão deste assunto e os conflitos pelos quais passei à medida que Deus fala comigo, dão-me a certeza que este tema dará o que pensar e falar a muita gente.Sei que alguns debaterão o que digo simplesmente porque são intransigentes; outros porque ainda não conheceram a dor de circunstâncias aparentemente sem explicação e com cara de "abandono de Deus"; mas sei que para a maioria dos ouvintes estas verdades serão recebidas como um bálsamo divino. E oro para que sejam um instrumento de restauração e edificação em suas vidas.Não venho por  esta defendendo e nem acusando ninguém. Só quero que as muitas vítimas da injustiça de alguns cristãos (que criam explicações simplistas e falam daquilo que não entendem e não viveram), possam ter alento. O que compartilho neste artigo não é, necessariamente, a resposta para cada circunstância adversa; mas além de ser a resposta para muita delas, é também uma tentativa de mostrar que nosso atual universo de raciocínios e explicações dos fatos da vida cristã está longe de ser completo; é limitado, pobre, cego, e deve nos lembrar de que carecemos buscar em Deus mais revelação de sua Palavra.Vivemos dias em que a fé evangélica tem crescido e se espalhado grandemente. Graças a Deus por isto! Mas temos que reconhecer que este crescimento numérico tem se dado numa velocidade e intensidade muito maior do que a capacidade da Igreja de fazer crescer em maturidade. O próprio crescimento gera inúmeros problemas e, na busca de uma melhor acomodação dos novos convertidos para que não se perca a oportunidade de crescer, uma nova geração de ministros está sendo formada.Não com um embasamento forte na Palavra, mas com o estritamente necessário para atender a demanda. E isto tem trazido ao arraial do povo de Deus um evangelho diluído, simplista. Há uma diferença entre o evangelho simples, que toca o homem diretamente nas suas necessidades e que dispensa qualquer intelectualismo, de um evangelho simplista que tenta dar respostas diferentes da Bíblia, e que ao tentar simplificar as questões esquece-se que está lidando com gente que pensa, que tem emoções, sentimentos.E assim estamos edificando uma geração confusa, machucada, cheia de dúvidas e até de descrença - embora para se fugir do inferno as pessoas aprendam a conviver e até mesmo conformar-se com elas.Algo precisa sacudir-nos de nossa prepotência de acharmos que podemos entender Deus e sua forma de agir e ditar sempre e até antecipadamente como serão as coisas. Se algo acontece com alguém, sabemos porquê aconteceu; se deixa de acontecer sabemos exatamente o porquê não aconteceu; temos respostas para tudo!Não posso negar que o reino espiritual é regido por princípios, e que sempre tais princípios serão imutáveis; mas há uma grande diferença entre vê-los funcionando e achar que são eles em operação!Por exemplo, se alguém peca contra Deus, vai colher as conseqüências, que variam em função do comportamento da pessoa, se ela se arrepende ou não. Davi pecou adulterando e matando um amigo, foi perdoado por Deus (o que remove a mancha da culpa) mas colheu as conseqüências que lhe foram anunciadas pelo profeta Natã. Em uma outra situação (na carta à igreja em Tiatira) vemos Jesus repreendendo o pecado de uma mulher chamada Jezabel, e dizendo que no caso dela não se arrepender, seria julgada e prostrada de cama, num leito de enfermidade.O pecado sempre tem conseqüências. Se me arrependo sou perdoado mas, ainda assim, colho as conseqüências. No caso de não me arrepender serei julgado. São situações diferentes, mas sempre haverá conseqüência. Pelo pecado de alguém podemos saber que haverá conseqüências e até prevenir a pessoa disto, mas o que não posso aceitar é a análise inversa; pelas circunstâncias que alguém está vivendo, tentar dizer se ela está ou não em pecado. É um campo onde não podemos entrar, além de que não cabe a nós julgar!A Igreja do Senhor tem falhado muito nesta matéria nestes dias... São respostas simplistas para tudo. Se alguém não recebeu a resposta à sua oração, é falta de fé. Se algo negativo aconteceu foi o diabo e é porque houve brecha espiritual. Se as coisas não estão bem é porque a pessoa está em pecado. E assim por diante. Muitas vezes o que está acontecendo PODE ser uma destas coisas, mas não quer dizer que seja sempre só isto!Não podemos nos considerar doutores na psicologia divina. Alguns são assim, parece-nos que chegam ao ponto até mesmo de se antecipar ao que Deus vai fazer. Neste caso Ele fará assim, no outro fará assado... mas os caminhos de Deus são mais altos que os nossos e seus pensamentos também! Paulo declarou aos coríntios: "Se alguém julga saber alguma cousa, com efeito não aprendeu ainda como convém saber" (I Co.8:2). Ninguém pode agir como um "sabe-tudo" em relação às coisas de Deus, principalmente em relação ao seu agir que é personalizado.Voltemos a confiar na soberania de Deus e a aceitar que nem sempre teremos as respostas, mas sempre poderemos caminhar na certeza de que Ele tem o melhor para nós, quer o entendamos, quer não.

O Agir Invisível de DeusNossa reflexão bíblica começa com um texto escrito pelo homem que foi considerado o mais sábio em toda história da humanidade: Salomão. Não penso ser coincidência que Deus o tenha escolhido para escrever acerca disto; na verdade não acredito em coincidência; a definição dela que aprendi com outros irmãos em Cristo é que coincidência é a obra divina onde Deus não reclama a autoria.O fato é que o rei Salomão era a pessoa mais indicada para nos dar a pista de que o agir de Deus nem sempre é visto e compreendido pelo homem, não importando quão sábio ele seja. Observe:"Assim como tu não sabes qual o caminho do vento, nem como se formam os ossos no ventre da mulher grávida, assim também não sabes as obras de Deus, que faz todas as coisas."Eclesiastes 11:5.Três coisas são mencionadas como algo que "não sabemos": o caminho do vento, a formação dos ossos de uma criança ainda no ventre materno, e o agir de Deus.Na verdade, com a expressão "não sabes", entendemos que o escritor falava de coisas que "não vemos". Podemos saber o caminho do vento através do balançar das folhas de uma árvore, pelas evidências de que ele sopra, mas nunca por ser visível aos nossos olhos. O caminho do vento em si é algo oculto à nossa visão, ocorre fora do alcance da vista dos olhos.Semelhantemente, a formação óssea de um bebê ocorre fora da vista dos nossos olhos; não podemos ver como ela se dá. Creio que a expressão "não sabes" que o rei sábio usou estava apontando para "o que não vemos", senão nem contemporânea seria esta afirmação, pois hoje a ciência tem trazido uma perfeita explicação da formação óssea do feto; podemos "saber", mas continuamos impedidos de ver.Quando entramos numa sala de  cirugia  durante a gravidez de uma futura mãe atravéz de um exame chamado ecografia podemos ver a formação física de um bebe mesmo antes dele nascer. Contudo, mesmo com todos estes recursos da ciência moderna, a formação óssea do feto – e não falo da certeza que isto ocorre e nem de como ocorre, mas sim do processo – encontra-se fora da vista de nossos olhos. É algo semelhante ao caminho do vento. Podemos saber que ocorre e até ter evidências disto, mas é oculto aos nossos olhos; o que nos leva a defini-lo como invisível.Com o agir de Deus não é diferente. O texto bíblico diz que Deus age em todas as coisas. Depois o versículo nos deixa claro que as duas menções anteriores de coisas ocultas aos nossos olhos, eram apenas um paralelo que ilustra o agir divino. Deus age sempre e em todas as coisas, porém, nem sempre este agir será visível aos nossos olhos, pois o que o caracteriza é esta sua definição bíblica de que é invisível.Em nossos dias tenho visto o prejuízo da falta de conhecimento deste princípio e também da falta de temor de Deus. Como estudioso da palavra ouço pessoas dizendo coisas absurdas com: "Ah, eu já coloquei Deus na parede; se em tanto tempo Ele não me atender, eu...". Dá vontade de dizer para alguns: - "Você o quê? Que ameaça é esta? Se Ele não fizer o que você quer, você faz o quê? Dá as costas para o Senhor e vai para o inferno? Quais são suas opções?"É incrível a falta de respeito com a qual muitos se dirigem a Deus. Os papéis andam trocados. Pelo comportamento destas pessoas parece até que Deus já não é mais Senhor, mas simplesmente um secretário. Está errado; quem está na condição de servo somos nós e não Ele!Sabe, há o ensino bíblico da fé, e eu creio nele, pois afinal de contas o que é bíblico é o conselho de Deus e ponto final. Creio no que Jesus ensinou sobre falar à montanha; creio atravéz da oração e uma vida de retidão os problemas e obstáculos para que se movam de nossas vidas e sejam lançados no mar.Contudo, é um absurdo confundir as coisas e achar que podemos dar ordens para Deus! Ninguém dá ordens a Deus. Diante dele todos devem se calar. Ele é soberano. Ele é santo. Ele é Deus. Ele é todo suficiente. Faz o que quer, como quer, quando quer. A Igreja precisa reaprender isto!Sei que há promessas e princípios bíblicos que já são uma revelação da vontade divina, e que em situações onde eles podem ser indiscutivelmente aplicados, não precisamos orar para descobrir qual é a vontade do Senhor e o quê Ele quer fazer. Mas mesmo quando já sabemos o quê Ele quer fazer, nem sempre poderemos entender COMO Ele vai fazer o que quer, ou mesmo QUANDO isto se dará.A forma de agir de Deus nunca foi e nunca será previsível. O homem não pode compreender o agir de Deus com sua mente e raciocínio, pois a operação de Deus está muito acima do nosso entendimento.Quando Salomão mencionou o agir invisível de Deus, não disse que o Senhor deixa de agir nas circunstâncias onde pareça ausente, mas sim que nós não podemos VER sua operação. Não se trata de Deus deixar de agir, mas sim de fazê-lo de tal forma que nós não o vemos em ação.Em lugar algum da Bíblia nos é apresentada uma ação divina padronizada. Não vemos o Senhor lidando com as pessoas por atacado, mas justamente o oposto. Cada pessoa e cada situação é tratada por Deus com carinho e criatividade. Há um agir personalizado e isto é inegável. Mesmo nas guerras e batalhas (acontecimentos muito comuns e repetidos nas páginas do Velho Testamento), nunca vemos duas intervenções divinas que sejam iguais.Para cada situação houve uma intervenção diferente, embora os resultados finais fossem similares. O que concluímos é que mesmo quando a vontade expressa de Deus era livrar seu povo das mãos do inimigo, a forma como Ele faria era sempre um mistério. Ou seja, mesmo quando sabemos o quê Ele quer fazer, não podemos saber como irá fazê-lo.O que necessitamos então, é parar de achar que Deus nos deva satisfação do seu agir. Ele age sempre e em todas as coisas (circunstâncias). A parte que nos cabe é crer e esperar sua manifestação, e não exigir que o Senhor mostre qual a forma de operar que foi adotada.Há muita gente cobrando de Deus uma explicação para o que eles não entendem. Só que o Pai nunca prometeu que daria explicação de como Ele estaria operando. As únicas coisas das quais Ele falou foi que podíamos ter como certo é que Ele agiria, e enquanto Ele trabalhasse de forma INVISÍVEL aos nossos olhos, que nós crêssemos.Um exercício contínuo de fé Aliás, quero chamar sua atenção para a importância do fator confiança. Deus espera que nosso coração repouse Nele em todo o tempo e circunstância, e escolher um agir invisível aos nossos olhos é um belo treinamento para a nossa fé! Talvez esta seja uma das razões porque o Senhor tenha escolhido agir assim: exercitar continuamente nossa fé. E a definição bíblica de fé é esta:"Ora, a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem."Hebreus 11:1,Crer no agir de Deus é ter a convicção de algo que não se vê. Nosso irmão Paulo disse aos coríntios que "andamos por fé e não por vista" (II Co.5:7). A lição que o Senhor Jesus deu a Tomé após sua ressurreição é mais um atestado disto. A fé nunca se baseia no que vê, mas na certeza de que o que Deus prometeu é um fato e terá seu cumprimento.Ora, estas coisas se aprendem logo no início da caminhada cristã e não são difíceis de aceitar; tampouco geram discussões entre o povo de Deus, pois são indiscutíveis. Mas na hora em que alguém está em aperto e não consegue ver Deus agindo (pois Seu agir é oculto aos nossos olhos), esta pessoa se esquece rapidamente disto!Ninguém tem o direito de exigir do Senhor satisfação sobre sua maneira de agir. Primeiro, porque Ele é Senhor e não está em posição de ser questionado. Segundo, porque Ele nunca prometeu que alguém veria sua forma de agir; pelo contrário, ensina-nos em sua Palavra que seu agir é invisível aos nossos olhos e que nossa caminhada deve ser por fé e não por vista.Ou seja, não devemos esperar ver, mas somente crer na fidelidade Daquele que prometeu agir em todas as coisas. Concluindo, Ele não tem nenhum compromisso de ter que explicar como está agindo, embora nós tenhamos a responsabilidade de permanecer em fé mesmo sem que haja evidência visível da operação de Deus.Desde o início do relacionamento de Deus com os homens, vemos esta dificuldade humana de crer no invisível e a insistência divina de que deve ser assim. Quando Deus se manifestou de uma forma tão intensa a todo povo de Israel que saíra do Egito, absteve-se de aparecer em alguma forma para que não tentassem imitá-la depois na forma de ídolo:"Então, o SENHOR vos falou do meio do fogo; a voz das palavras ouvistes; porém, além da voz, não vistes aparência nenhuma.Guardai, pois, cuidadosamente, a vossa alma, pois aparência nenhuma vistes no dia em que o SENHOR, vosso Deus, vos falou em Horebe, no meio do fogo; para que não vos corrompais e vos façais alguma imagem esculpida na forma de ídolo, semelhança de homem ou de mulher, semelhança de algum animal que há na terra, semelhança de algum volátil que voa pelos céus, semelhança de algum animal que rasteja sobre a terra, semelhança de algum peixe que há nas águas debaixo da terra."Deuteronômio 4:12, 15-18.O que este episódio retrata é a dificuldade que todo ser humano tem de confiar naquilo que não vê. O Senhor escolheu esta dimensão de relacionamento baseada na fé e confiança. E cada vez que Ele age sem que nossos olhos vejam ou nossa mente compreenda, está proporcionando-nos um exercício de fé. Na verdade, como Ele age sempre assim, proporciona-nos um exercício contínuo de fé!O homem tem dificuldade de aceitar isto; vive tentando criar atalhos e se dá mal, pois quando entra num caminho que Deus não abriu, acaba indo cada vez para mais longe d'Ele. A idolatria em todo o mundo é prova disto; cada povo e cultura, em todos os períodos da história tem conhecido a fabricação de ídolos.É um meio de tornar a fé visível e palpável; acham mais fácil crer no que se vê (ainda que seja um pedaço de pau ou de gesso) do que naquilo que é invisível. Mas Deus tem se revelado assim e quem quer relacionar-se com Ele tem que submeter-se a isto. E cada vez que nós, cristãos, murmuramos por não termos evidências aos nossos olhos para o agir de Deus, estamos incorrendo no mesmo erro dos idólatras! Parece mais ameno, mas a premissa é a mesma e se não cuidarmos, entristeceremos ao Senhor e nos afastaremos dele.O não sabermos COMO Deus agirá não é, em momento algum, uma incerteza quanto ao fato de se Ele vai agir ou não; é somente a expectativa de como Ele nos surpreenderá com os caminhos que escolheu ao intervir em cada nova circunstância de nossa vida.Devemos depender inteiramente do Senhor e aprender a exercitar continuamente nossa fé. Nos dias do ministério terreno de Jesus houve pessoas a quem Ele criticou por sua pequena fé e houve algumas a quem Ele elogiou por sua grande fé. Mas houve uma pessoa, da qual Cristo disse não ter achado fé semelhante a dele em todo Israel.Era um centurião romano. Em Mateus 8:5-13 podemos ler sobre o pedido dele para que Jesus curasse um criado seu, e no momento em que Cristo se dispõe a ir a sua casa, este homem reconhece que isto nem era preciso e diz que se Jesus dissesse apenas uma palavra seria suficiente para que o milagre acontecesse, pois quando alguém está investido de autoridade suas ordens tem que ser obedecidas. Este centurião não quis nenhuma evidência visível; sua fé estava apoiada na Palavra de Cristo e isto bastava. Jesus disse que este foi o mais alto nível de fé que Ele encontrou. É neste nível que devemos nos sentir desafiados a nos mover quanto às coisas do Senhor!Não devemos e não podemos agir tentando nos apoiar no que é visível, mas crer e depender inteiramente do que Deus tem dito em sua Palavra. E, à medida em que procedemos assim, exercitamos nossa fé. De fato, confiar em Deus sem depender de um testemunho visível é um exercício de fé. E repito: como Deus age sempre assim, então, o que teremos será um exercício contínuo de fé!

PENSAMENTOS MAIS ALTOS.

Nossos olhos não alcançam a esfera da operação de Deus porque ela está num plano superior. Uma outra razão bíblica - além do exercício da fé - que encontramos para o fato de o Senhor agir num plano invisível aos nossos olhos, é que seus pensamentos são mais elevados que os nossos. A mente de Deus é infinitamente maior que a nossa e sua sabedoria é tão gigantesca que não há como dimensioná-la.Esperar que Ele aja de forma que nós entendamos é limitar e rebaixar grotescamente seu agir. A maneira de nosso Senhor agir transcende o limite humano de compreensão. Quando as Escrituras falam dos caminhos de Deus mais altos que os nossos, relaciona este fato com o de seus pensamentos também serem mais altos que os nossos:"Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o SENHOR, porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos."Isaías 55:8,9.

Podemos afirmar com toda certeza que o fato de Deus agir por caminhos mais altos (e isto deriva-se do fato de que seus pensamentos também são mais altos) deve-se à sua infinita capacidade de gerenciar todas as coisas. Quando pensamos na resposta para o nosso problema nossa mente limitada e egoísta só vê isto; mas quando Deus pensa na resposta do nosso problema, não pensa só nisto, mas vai além, muito além...Ele consegue propor respostas que não se limitem só ao momento e conseqüência, mas que toquem a causa do problema e tenham também o poder de continuar agindo em nós quando o que considerávamos problema já não estiver mais presente. Também podemos sugerir que além de nos tocar isoladamente, Ele ainda pode estar propondo soluções que não envolvam somente a nós, mas também outras pessoas.Deus pode ainda estar tocando não só uma área problemática, mas toda uma rede de outros problemas interligados ao que nos incomodava mais. Ou tocar valores e escolhas erradas que permitiram a entrada e instalação do tal problema. E mais, muito mais!Nossa mente pode fazer uma grande e abrangente lista, mas não interessa o quão longe nossa perspicácia e raciocínio nos levem, jamais chegaremos perto da forma de pensar de Deus que é muito mais elevada.A sabedoria de Deus nos é apresentada na Bíblia como tendo muitas formas. Em Efésios ela é denominada como a MULTIFORME sabedoria de Deus. Isto fala de uma sabedoria que não é limitada, mas que se abre num leque infinito de dimensões da operação divina. Esta ilimitada sabedoria pluraliza a resposta de Deus para cada problema ou obstáculo que o ser humano enfrenta; em vez de tocar de forma direta numa única questão, Deus tem o poder de trazer várias intervenções nas situações em que jamais enxergaríamos a necessidade disto.Considere também que o Senhor conhece o futuro, coisa que homem algum e nem mesmo o diabo tem capacidade de conhecer; portanto a ação de Deus não está voltada somente ao já e ao agora, mas ela se estende para o futuro e sempre priorizará o nosso melhor sob uma visão global, mais abrangente do que jamais nossa mente poderia alcançar. A atuação de Deus é integrada e sinérgica.Para o ser humano, o desvendar de mistérios parece ser algo de suma importância. Deus, por outro lado, parece fazer questão de ocultar algumas coisas, especialmente aquilo que diz respeito à sua ação em nossas vidas. Salomão foi um homem sábio e inquiridor, mas enxergou em Deus esta característica e a mencionou não apenas no livro de Eclesiastes, mas também no de Provérbios:"A glória de Deus é encobrir as coisas, mas a glória dos reis é esquadrinhá-las."Provérbios 25:2.Esquadrinhar não é coisa somente dos reis, mas de todo ser humano; só que no caso dos reis da antigüidade, quanto mais conhecedores dos mistérios eles eram, mais respeito ganhavam do povo. Mas esquadrinhar é algo que está ligado ao homem de forma geral; todos queremos entender bem e saber explicar as coisas, e diante disto, esta forma de Deus operar parece ser inaceitável à nossa própria carne. Gera lutas, mas precisamos aprender a superá-las e descansar em fé no Senhor.É engraçado. Parece que quanto mais tentamos entender o agir de Deus, menos conseguimos enxergá-lo. Vemos um acontecimento bíblico que exemplifica isto. É o episódio da aparição de Jesus aos dois discípulos no caminho de Emaús.Este texto mostra que temos a tendência de traçar nossos próprios planos para o agir de Deus. É como se, inconscientemente, estivéssemos dizendo a Deus como Ele deveria agir. Nos fixamos tanto em esperar que Ele aja de determinada maneira que, ao agir diferente do que esperávamos, não o conseguimos ver. Precisamos aprender a esperar pelo agir de Deus sem nos prendermos ao modo como Ele agirá.

ESPERÁVAMOS QUE FOSSE

Este episódio se deu após a Morte e ressurreição de Jesus, quando dois discípulos caminhavam tristes para Emaús, não sabendo que Cristo havia ressuscitado, e o próprio Jesus aparece a eles, mas NÃO PUDERAM reconhecê-lo, pois seus olhos estavam fechados:"Naquele mesmo dia, dois deles estavam de caminho para uma aldeia chamada Emaús, distante de Jerusalém sessenta estádios. E iam conversando a respeito de todas as coisas sucedidas.Aconteceu que, enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e ia com eles.Os seus olhos, porém, estavam como que impedidos de o reconhecer."Lucas 24:13-16.Repare que o texto diz que os olhos deles estavam impedidos de reconhecê-lo. Não sei se você já parou para pensar porque estavam impedidos, mas eu já. Durante muito tempo eu achei que Jesus não quis que eles o reconhecessem, ou que Ele talvez estivesse diferente depois da ressurreição, mas o fato é que não ocorreu nem uma coisa e nem outra.Diferente Jesus não estava, pois quando aparece ao restante dos discípulos Ele mostra até mesmo as cicatrizes da ferida que lhe fizeram ao lado como também as dos cravos nas mãos e nos pés; o corpo ressuscitado era o mesmo em sua aparência.A continuação do texto nos mostra porque eles não podiam ver que era Jesus:"Então, lhes perguntou Jesus: Que é isso que vos preocupa e de que ides tratando à medida que caminhais? E eles pararam entristecidos.Um, porém, chamado Cleopas, respondeu, dizendo: És o único, porventura, que, tendo estado em Jerusalém, ignoras as ocorrências destes últimos dias?Ele lhes perguntou: Quais? E explicaram: O que aconteceu a Jesus, o Nazareno, que era varão profeta, poderoso em obras e palavras, diante de Deus e de todo o povo, e como os principais sacerdotes e as nossas autoridades o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram.Ora, nós esperávamos que fosse ele quem havia de redimir a Israel; mas, depois de tudo isto, é já este o terceiro dia desde que tais coisas sucederam."Lucas 24:17-21.Os dois discípulos estavam tristes e abatidos e Cristo se faz de alheio e lhes pergunta porque estavam com o semblante daquele jeito; na resposta que dão, percebemos que eles tinham uma expectativa com relação a Jesus e que a crucificação tinha arrebentado com ela! Os judeus em geral esperavam um Messias que se manifestaria como um general de guerra e que os livraria do domínio dos romanos para estabelecer seu próprio reino.É por isso que Tiago e João pediram, numa certa ocasião, que quando Cristo se assentasse no trono de sua glória, que eles pudessem assentar-se um à direita e outro à esquerda d'Ele; imaginavam um reino físico e, ao lado do rei, queriam ser ministros da fazenda e do planejamento!Cleopas e seu companheiro demonstram claramente sua frustração ao concluírem com estas palavras: "esperávamos que fosse ele quem havia de redimir a Israel; mas, depois de tudo isto, é já este o terceiro dia desde que tais coisas sucederam".O que eles estavam dizendo?Que achavam que através dele viria a redenção (física) de Israel, mas já fazia três dias que ele havia sido morto; ou seja, esperavam que fosse ele, mas não foi... Era mais ou menos isto que davam a entender.A expressão "esperávamos que fosse" é a chave aqui. Eles tinham uma expectativa de como Deus iria agir, mas Deus agiu diferente do que eles esperavam. Enquanto esperavam um reino físico só para Israel, Jesus estava cuidando da redenção dos pecados de toda a humanidade e estabelecendo o aspecto espiritual do reino. Em seu retorno a esta terra Ele vai estabelecer o aspecto físico do reino, mas a primeira vinda não envolvia este aspecto.Só que os discípulos estavam tão fixados nesta idéia que não conseguiam ver Deus agindo de outra forma! Achavam que a morte de Jesus na cruz tinha sido uma derrota e não conseguiam imaginar Deus no controle dela; e porque só esperavam o agir de Deus de uma única maneira, não podiam ver o que Deus estava fazendo de modo diferente do que haviam pensado.Assim também é conosco. Fantasiamos tanto o agir de Deus, criamos as hipóteses de como faríamos se nós fôssemos Deus; fazemos nossos planos, fixamo-nos em nossas idéias, e no fim das contas quando o Senhor acaba agindo de modo diferente não conseguimos vê-lo em ação!Quero desafiá-lo a parar de tentar ensinar Deus como fazer as coisas quando você ora por algo. E mesmo quando você não o faz verbalmente, acaba fazendo com os pensamentos. E por se fixar tanto na espera de uma única forma de atuação divina, seus olhos não reconhecem quando Deus está operando de maneira diferente.Muitas vezes não podemos ver o agir de Deus porque realmente Deus o ocultou, mas há momentos em que nós nos excluímos da possibilidade de ver por ficarmos tão presos ao que esperávamos d'Ele. Foi só depois que Jesus lhes explicou biblicamente o que devia acontecer com o Cristo, e demonstrou pela sua conhecida forma de partir o pão que era Ele falando com eles, que os olhos deles se abriram! Pois agora já não mais esperavam o general de guerra, mas o Cristo crucificado e ressurreto; e quando começaram a esperar que Deus agisse exatamente como estava agindo, já não havia mais o que os impedisse de ver.Eu senti o mesmo que estes dois discípulos sentiram. Eu nunca esperei que Deus pudesse agir em circunstâncias aparentemente negativas; e em momentos em que Ele estava operando em minha vida de forma diferente da qual eu esperava, não podia ver que era Ele. Um impedimento estava sobre os meus olhos e não me permitia ver Deus comigo.Eram os conceitos errados e fantasiosos que eu mesmo criara de como deveria ser a ação de Deus naquele momento. Mas assim que o Senhor começou a me fazer entender a Palavra, e que havia maneiras diferentes d'Ele agir, meus olhos se abriram e pude reconhecê-lo comigo nas horas em que não parecia que Ele estivesse. E foi exatamente assim que se deu com os discípulos:"E aconteceu que, quando estavam à mesa, tomando ele o pão, abençoou-o e, tendo-o partido, lhes deu; então, se lhes abriram os olhos, e o reconheceram; mas ele desapareceu da presença deles.Lucas 24:30,31.Em nossa ânsia de querer compreender tudo de forma racional, esta forma de agir de Deus não parece ser algo assim tão bom. Contudo, à medida em que trazemos mais luz da Palavra sobre esta forma divina de trabalho, percebemos quão linda e inspiradora ela é!O que inicialmente quero estabelecer (não explicar) é que isto é um princípio. O agir de Deus é invisível, e está fora do alcance da nossa vista. E isto se deve a várias razões. Mencionamos a necessidade de um andar pela fé. Falamos sobre os pensamentos de Deus serem mais altos e não podermos compreender sua multiforme sabedoria e a pluralidade das respostas que Ele traz numa única circunstância.E falamos, também, que muitas vezes somos tão limitados pela nossa maneira de pensar, em como Deus deveria agir, que quando Ele trabalha de modo diferente não o conseguimos ver. Mas em tudo isto o que mais quero destacar é a enorme e indizível diferença que há entre a nossa forma de pensar e a de Deus em sua multiforme e infinita sabedoria.

O significado maior da fé.


 “...buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu Reino e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” Mateus 6.33
Por conta de sua natureza carnal e materialista, os religiosos têm colocado Dízimos e Ofertas como valores materiais, obrigando a figura da malícia no meio cristão. Mas a realidade é bem diferente.
Os valores espirituais dos hipócritas estão sujeitos aos valores materiais. Isto é, priorizam as conquistas materiais para depois atender às conquistas espirituais. O ensino do SENHOR é claro e preciso aos interessados em segui-Lo: “... buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu Reino e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.” Mateus 6.33. Buscar o Reino de Deus e a Sua justiça significa priorizar os valores espirituais. Trata-se do abandono imediato do pecado e obediência à Palavra de Deus. Chamamos isso de fé consciente, inteligente e racional. Fé pé no chão, equilibrada e isenta de emoções. Em resposta, o Espírito de Deus fica na obrigação de suprir todas as demais necessidades, conforme promessa de Seu Filho. Todo o conforto material, se não há injustiça, é para o benefício dos filhos de Deus. Porém, isso não pode, em hipótese alguma, ser colocado em primeiro lugar. Quando o cristão prioriza o conforto material, perde o conforto espiritual. E quando prioriza o espiritual, ganha o material. É simples entender isso. O que faz conquistar os bens materiais é a fé consciente. Por conta deste valor espiritual há condições, força, coragem e sabedoria Divina para conquistar e estabelecer os bens materiais. Claro! Se o lado espiritual, que é a submissão ao Senhor Jesus, é um fato, então o lado material como família, conforto material, saúde, enfim, as demais coisas também o serão de forma natural. Essa é a química do sucesso com Deus. Não há outro jeito, não há outro caminho... Quem quiser fugir dessa regra incorrerá na perda dos valores celestial e ruína da alma. A maioria "cristã" fracassa por não priorizar o Reino de Deus e não andar na Sua justiça ou tenta priorizar o Reino de Deus e Sua Justiça de qualquer maneira. Quer dizer: nem uma coisa nem outra; entre os da fé, são frios; entre os incrédulos, se acham quentes. Infelizmente, são mornos e, no momento certo, serão vomitados. Para os tais, Dízimos são um fardo e Ofertas uma canseira. Eles não reconhecem tais valores espirituais como o Senhorio de Jesus. Por isso, carregam em si a maldição de Caim. Dízimos e Ofertas são tão santos e tão sagrados quanto a Palavra de Deus; tão puros quanto o Senhor Jesus Cristo, já que os mesmos O tipificam no relacionamento Criador e criatura. “Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.” I Coríntios 2.14
ÁLVARO DE CAMPOS LOBO
FORMADO EM TEOLOGIA
http://ministerioavancar.blogspot.com

sexta-feira, 15 de março de 2013

Verdadeiros adoradores.



          Verdadeiros adoradores.

O significa adoração (vem do latim adorare) Render culto a uma divindade, venerar, amar exageradamente.
INTRODUÇÃO: ADORAÇÃO JESUS ESTÁ PROCURANDO VERDADEIROS ADORADORES.
 O apóstolo Paulo bendizia, louvava e rendia graças a Deus (Ef 1:3 e 1:16 ), porém, tal reconhecimento é algo aquém do louvor e graça proveniente da nova condição do apóstolo dos gentios, visto que em Cristo ele era uma nova criatura, criada para  adorar á Deus ( 2Co 5:17 ).O  apóstolo constituía louvor e glória a Deus. O reconhecimento dos homens não acrescenta e nem diminui a glória de Deus, que é imutável. Bendizer a Deus é uma confissão, admitir que Ele é o que É, ato de reconhecimento do que Deus é: grande, eterno, imutável, misericordioso, salvador, redentor, etc.  ( Sl 103 e 104 ).
Em João 4:24
Deus é Espírito e importa que os o adorem o adorem em espírito e em verdade.
Se o texto de João 4,diz que Jesus está procurando,verdadeiros adoradores.
-Então podemos concluir que há falsos adoradores, uma falsa religiosidade. Que pode acampar na Igreja de Jesus Cristo.
-dentro deste tema podemos ver a ação, equivocada dos Fariseus,eles adoravam com lábios mais seus corações estava longe da verdadeira Espiritualidade.Da verdadeira adoração.
Os fariseus não eram adoradores que Deus agradava, pois não nasceram da semente incorruptível, portanto não podiam produzir adoração digna. Eram condutores cegos guiando cegos, ou seja, tudo o que diziam procediam do coração deles, portanto, diante de Deus as suas palavras não passavam de pensamentos maus (veneno de áspides), eram homicidas por causa das palavras de morte que professavam. Adulteravam a palavra de Deus e foram nomeados povo de Sodoma e Gomorra, davam falso testemunho de Deus o que redundava em blasfêmias (Mt 15:17- 20.
É quando não buscamos vantagens, e glorias para si, mas confiante que Cristo é o cabeça da igreja.
Com ele a coisa é diferente, na há opressão, não há investigadores religiosos, que ditam regras. Praticas do Velho testamento.
-pois o olhar de Deus não é tratado por lesomentria, e todos que queiram fazer um Lar para Deus.Ele trata-nos  com fidelidade, com amor, com ordem.é nos da  todo instrumento espiritual e sobrenatural necessário,para a realização dos desígnios de sua Igreja.
NOSSO TESTEMUNHO NOS LEVA UMA VERDADEIRA ADORAÇÃO.
-A bíblia nos mostra no novo testamento. Os 4 evangelho(Mateus,Marcos,Lucas,João)
-Falta o quinto que não esta no Canon (Nosso testemunho)
Veja em João 8:13
Disseram-lhe, pois os fariseus: Tu testificas de ti mesmo, o teu testemunho não é verdadeiro.

Respondeu Jesus e disse-lhes, Ainda que eu testifico de mim mesmo,o meu testemunho é verdadeiro,porque sei de onde vim, e para aonde vou:mas vós não sabeis de onde vim,nem para aonde vou.

_O testemunho é aquilo que produz em mim. Em tudo o que e eu faço, e falo para o louvor e adoração a Deus.
-Não simplesmente. Apoiar em coisas, superficiais, efêmeras, humanas, ou seja, tudo aquilo que tira minha motivação para o serviço do senhor.
-Mas uma adoração que me direciona há  comunhão, amor, alegria, a qual a minha atitude de louvor,seja de incentivar meus irmãos,apontando Jesus meu principal foco.
-A adoração verdadeira nos dá autoridade para promover um crescimento na Igreja.
 -Não podemos como muitos falsos adoradores usam do púlpito e o microfone como instrumento de autoridade.
-Com seus pensamentos empíricos, ultrapassam todo conceito de servo, parte para uma briga de poder.
-o reino de Deus é composto de homens e mulheres que busca na verdadeira Espiritualidade e adoração, o desejo de  obediência e submissão á Deus.

Deus requeria obediência, e eles se lançam aos sacrifícios "Porém Samuel disse: Tem porventura o SENHOR tanto prazer em holocaustos e sacrifícios, como em que se obedeça à palavra do SENHOR? Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros" (1Sm 15:22 ).
Á VERDADEIRA ADORAÇÃO É QUANDO ATIGINDO PELA PALAVRA E CRITICA A SI MESMO E SE HUMILHA.
Filipenses 2:3
Nada façais por contenda ou por vangloria. Mas por humildade; cada um considere os outros superores a si mesmo.
-A vida de humildade nos faz reconhecer nossos erros.
 -A vida de humildade nos faz entender que as pessoas precisam ser amadas, e bem tratadas. E não as marginalizando ou selecionando-as para o meu  bel prazer.
-A vida de humildade nos faz sentir a necessidades de cada um, e compartilhar estas necessidades.
A vida de humildade nos leva a ter intimidade com Deus, e nos encaminha a um culto de confissão de redenção, renovação e restauração.
A verdadeira adoração é o toque da experiência com Deus; E produz em nós o desejo de viver em santidade.
1Tess.4:7Porque não nos chamou Deus para imundícia,mas para aa santificação
É quando reconhecemos a nossa dependência de Deus. Desarmando todo egoísmo, as pretensões, deixando ele nos tratar como ele quer.
É quando permanecemos em Cristo, não esquecendo que ele é o nosso Senhor e Salvador. (Jo 15:4).É quando propomos uma vida sacrifical, de oração, de renuncia, de abodono do pecado, quando amarmos o nosso próximo.  Sem fingimento, sem maldade no coração.


ÁLVARO
FORMADO EM TEOLOGIA

A Escritura condena toda Pratica de falsa Autoridade.



ESTRATÉGIA QUE APERENTEMENTE DEU CERTO...(SOBRE PAPA)

O teólogo Leonardo Boff, Comentou a escolha do novo papa em uma entrevista ao jornal O Estado de São Paulo se mostrando otimista com o líder que veio a assumir a Igreja Católica diante de um cenário cheio de desafios e crises.
Ao comentar a escolha do conclave pelo bispo de Buenos Aires, Jorge Mario Bergoglio, Boff acredita que estamos diante de um líder preocupado com os pobres, dizendo que o nome escolhido por ele, Francisco I, já diz muito sobre seu papado.
Há uma semana que venho meditando sobre este assunto. Como tenho tempo pelo menos duas vezes na semana para atualizar meu Blog, e estudar um pouco, a minha meditação foi a respeito do futuro papa. Quando se refere ao nome Francisco. “Porque Francisco não é um nome, é todo um programa de Igreja, uma igreja simples, sem poder, ligada aos pobres, com uma relação totalmente diferente com a natureza”.
Boff comentou a atitude do novo papa em pedir primeiro para que o povo o abençoasse para que só depois ele pudesse abençoá-los. Isso mostra, na visão do teólogo, que ele dará centralidade ao povo de Deus e não à hierarquia.
Para o teólogo defensor da Teologia da Libertação, Francisco I poderá descentralizar a Igreja ativando o Sínodo dos Bispos, que governaria ao lado do papa. Tanto João Paulo II como Bento XVI deram ao Sínodo apenas o poder consultivo.

“Ele é uma promessa”, disse Leonardo Boff acreditando que o novo líder irá dar autonomia para as igrejas locais atuem nas suas particularidades, deixando Roma apenas como uma referência de unidade.
 Na minha modesta opinião, há possibilidade dele ser um servo em potencial do anticristo, que em nome da maioria. Cederia as pressões. Defendendo, a liberdade, e a todo tipo de prostituição, abrindo de vez, o liberalismo sexual e assuntos questionáveis por alguns, como: casamento gay, liberação da maconha, etc. curvando-se diante de libações, Além de decisões que venha confrontar a soberania,e obediência á Deus, que certamente resultará em  mais pecados, que estão quase prontos para sair da chapa, como não bastasse as lideranças maçônicas da Argentina que são quase todas,espera ansiosamente toda espécie de conchavos para que Argentina faça parte do mundo programado dos Illuminati, (plural do latimilluminatus, "aquele que é iluminado"), é o nome dado a diversos grupos, alguns históricos outros modernos, reais ou fictícios. Mais comumente, contudo, o termo "Illuminati" tem sido empregado especificamente para referir-se aos Illuminati da Baviera, uma sociedade secretada era do Iluminismo fundada em 1 de maio de 1776. Nos tempos modernos, também é usado para se referir a uma suposta organização conspiracional que controlaria os assuntos mundiais secretamente, normalmente como versão moderna ou como continuação dos Illuminati bávaros. O nome Illuminati é algumas vezes empregue como sinônimo de Nova Ordem Mundial. Muitos teóricos da conspiração acreditam que os Illuminati são os cérebros por trás dos acontecimentos que levarão ao estabelecimento de uma tal Nova Ordem Mundial, com os objetivos primários de unir o mundo numa única regência que se baseia em um modelo político onde todos são iguais.

Outro sim; Francisco I é daqueles lideres que usa a frase conhecida no conceito de liderança.  (Agrada-me, que seus desejos serão realizados) a igreja Romana, em suas fumaças que por escolhas de branca cerviz, ao atender as expectativas de um povo. Totalmente com uma visão cinza mais negra do que cinza. Vai com ele caminhando para as profecias apocalípticas. A Igreja Católica Apóstolica Romana é uma Instituição falida que corrompe a verdade e falseia as escrituras de uma maneira irreverente, usurpadora dos direitos de escolha, premeditadas em suas ações, manipuladoras,dada às controvérsias religiosas. Um homem chamado de Papa que recebe o recado de ganhar adeptos com uma nova mensagem, Se igualando as igrejas que deram certo, com aparencia de resgatar  vidas que precisam (não com a graça DEUS), mas cai na graça do egocentrismo, do bem material, da urgência de suprir necessidades como: a fome, cura, exorcismo, etc.
Igual às igrejas: Neo-Pentecostal, Pentecostal, etc. A igreja resolve obedecer a 1° regra imposta pelo diabo, se unir no que chamamos de ecumenismo. Que procede de eliminação das verdades das escrituras.

Quero finalizar este artigo citando a passagem bíblica que diz, em:

 2 Timóteo 3:16-17

Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça;
Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.

Pelo testemunho da Verdadeira Igreja,podemos ser movidos e incitados a um alto e reverente apreço pela Escritura Sagrada; a suprema excelência do seu conteúdo, a eficácia da sua doutrina, a majestade do seu estilo, a harmonia de todas as suas partes, o escopo do seu todo (que é dar a Deus toda a glória), a plena revelação que faz do único meio de salvar-se o homem, as suas muitas outras excelências incomparáveis e completa perfeição são argumentos pelos quais abundantemente se evidencia ser ela a Palavra de Deus; contudo, a nossa plena persuasão e certeza da sua infalível verdade e divina autoridade provém da operação interna do Espírito Santo que, pela Palavra e com a Palavra, testifica em nossos corações.
Confere às Escrituras (a voz do Espírito Santo) a palavra final para toda e qualquer questão religiosa, reconhecendo-a como supremo tribunal de recursos em matéria de fé e prática:
O Juiz Supremo, pelo qual todas as controvérsias religiosas têm de ser determinadas, e por quem serão examinados todos os decretos de concílios, todas as opiniões dos antigos escritores, todas as doutrinas de homens e opiniões particulares; o Juiz Supremo, em cuja sentença nos devemos firmar, não pode ser outro senão o Espírito Santo falando na Escritura.
Em dias como os que estamos vivendo, em que cresce a impressão de que o evangelicalismo moderno (particularmente o brasileiro) e que a Igreja romana resolve atacar de boazinha, (entre outras tese que irão aparecer como  a próprio movimento Pentecostal ,Néo-Petencostal Como  meninos de recado do papa) Sobre tudo não deixará de manifestar profunda crise teológica, eclesiástica e litúrgica convém considerar novamente essa importante doutrina. Convém uma palavra de alerta contra antigas e novas tendências de usurpar ou limitar a autoridade da Palavra de Deus. Tal é o propósito deste artigo.

http://ministérioavancar.blogspot.com

Álvaro de Campos Lobo

Formado em Teologia


terça-feira, 12 de março de 2013

Evangelicofóbicos

Evangelicofóbicos. Esse grupo seria “Formado por ativistas LGBTUVWXYZ, juristas, parlamentares e governantes laicistas, além de boa parte da grande mídia… movimento [que] deseja cumprir à risca a agenda liberal. Esta, que é mundial, conta com o apoio de ilustres governantes, como Barack Obama, e abarca a liberação do aborto e a destruição da família segundo o modelo esposado na Bíblia Sagrada”. Bem com no passado, O dito chamado Pastor Marcos Feliciano, deixou muito a desejar em suas pregações, então é tempo dos evangélicos orarem por ele, que aja um despertar para que ele tenha verdadeira sede do ¨evangelho verdade¨. Exatamente aquele que está na bíblia. Com tudo isto vejo a mão de Deus poderosamente agindo, e permitindo. Há uma necessidade de mudança conceitual a respeito de posições ferrenhas, referentes a estado de alma de indivíduos que passa dos limites. Um julgando no que era para amar e respeitar decisões, de grupo, quer de cunho filantrópico ou de causa aparentemente correta, Que é totalmente distinta, ao que o outro defende. Embora se lembre das promessas bíblicas, enfatizando que os evangélicos não tem nada a temer, fez uma ressalva, considerando os últimos acontecimentos “querem calar os verdadeiros pregadores do Evangelho. E alguns desses inimigos da Palavra de Deus e dos bons costumes prometem até pegar em armas, se for necessário. Um desses evangelicofóbicos disse que vai lutar para destruir toda a influência do cristianismo sobre a sociedade brasileira”. Lembra-se Que Deus estar em seu trono com um lado do seu braço estendido para justificar, o outro lado estendido para julgar.

 Álvaro de Campos Lôbo.

 Formado em Teologia

terça-feira, 26 de abril de 2011

PASCÓA OU LIBERTAÇÃO
Jesus está vivo e bate na porta de cada coração, lembrando, mas do que nunca nesta páscoa, Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu, até sua ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. Ele deixa sua marca de amor, que foi incompreendido pelos homens.
Ele disse: vim para resgatar, mas não me receberam pois, o meu sofrimento que lhe custou lagrima e sangue foi substituído por alguns, que fizeram da pele do coelho seu destino, e do seu pé um amuleto da sorte, na oportuna chance de libertação da escravidão do pecado. Jesus trouxe vida, e vida em abundancia, este sabor de alegria, para aos que entregam sua vida para ele, terá. A fertilidade, crescimento, e a grande porção da paz. Diferentes de falsa ideologia, fragmentadas com sabores diversos, misturados numa caixa de chocolate. Jesus não quer ser só lembrado, mas vivido em nossos corações, como, nosso redentor e salvador, Afinal seu sacrifício foi o propósito. Para que o homem pudesse experimentar o renovo da aliança estabelecida Por Deus. Que pudéssemos ser feitos filhos. E a través de um Relacionamento com Jesus Cristo “Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus. Porque não recebestes o espírito de escravidão, para viverdes, outra vez, atemorizados, mas recebeu o espírito de adoção, baseados no qual clamamos: Pai. O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo; se com ele sofremos, também com ele seremos glorificados.” Aqueles que são salvos são “filhos de Deus mediante a
“A SUA GRAÇA em Cristo Jesus” porque Deus “nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade” Jesus continua nos chamando para libertação O fruto imediato e constante dessa fé, pela qual somos nascidos de Deus, o fruto que de modo algum pode separar-se dela, nem sequer por uma hora, é o domínio sobre o pecado: - domínio sobre o pecado exterior de toda espécie, sobre toda palavra ou obra má; porque, onde quer que o sangue de Cristo é aplicado, “purifica a consciência de obras mortas”; e sobre o pecado interior, porque Ele purifica o coração de todo desejo e inclinação profana. Descrevo largamente este fruto da fé.. “Como podemos nós – diz ele – que”, pela fé, “morremos ao pecado, continuar nele?” “Nosso homem velho foi crucificado com Cristo, para que o corpo do pecado pudesse ser destruído, de modo que não servíssemos ao pecado”. “Do mesmo modo considerai-vos mortos ao pecado, mas vivos para Deus, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor. “Não reine, pois, o pecado em vossos corpos mortais”; “mas entregai-vos a Deus, como tendo ressuscitado dentre os mortos”. “Porque o pecado não terá domínio sobre vós, - graças a Deus, que éreis servos do pecado – mas vos tornastes livres”. A
clara significação é: Deus seja louvado, porque, embora fosseis, no passado, servos do pecado, agora, todavia, “sendo libertados do pecado, vós vos tornastes servos da justiça” O maior caminho a seguir não é só emocionar-se pelo sofrimento de Jesus, mas ir até ele. Ouça o que ele diz:

Eu sou o caminho a verdade e a vida ninguém vem ao pai se não por mim
EU NÃO DIRIA FELIZ PASCOÁ, MAS DIRIA; FELIZ DIA DA MINHA LIBERTAÇÃO. EM CRISTO.

teologia/Álvaro

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Teologia Devocional

alunos ÁLVARO,CICERA,LUZINETE.LEONORA





INTRODUÇÃO


Problemas é que não nos faltam nos dias atuais. E de toda ordem. Financeiros, políticos, emocionais, familiares, espirituais, de relacionamento, de saúde, de segurança, de moradia… Seu grau de agravamento decorre das influências das circunstâncias em que vivem ou trabalham as pessoas. E sobre eles ainda incide a pressão das mudanças éticas, morais, de costumes, de hábitos, deixando as pessoas confusas, a tal ponto que, na hora da angústia, não sabem qual é o melhor caminho a seguir. Assim, todos precisam de ajuda para sobreviver, de auxílio para conseguir enxergar seus problemas e de cuidado para melhor solucioná-los.
Aí está o campo para a atuação do conselheiro pastoral. Esse trabalho é normalmente desenvolvido pelos pastores, mas também pode ser feito pelos membros, desde que a liderança invista em cursos de especialização na área de psicoteologia.

RODEIOS E RISTÊNCIAS

Libertar de rodeios e resistências é uma sucessão de ações e reações com o objetivo de trabalhar com as pessoas para que sejam socorridas em tempo oportuno, tornem sabedoras das origens e desenvolvimentos da opressão e da dominação na sociedade em que vivem. Isso contribui para que entendam melhor sua vida profissional, financeira, social, psicológica e religiosa. Não criar rodeios e resistências, implica em ações que tirem a pessoa da influência negativa do reino das trevas, mas também do reino dos seres humanos.
Todo processo de cuidado, aconselhamento é uma ação ou realização continuada e prolongada de alguma atividade que vise, ao final, o bem-estar daquele que necessita de cuidados. Porém, trilhar esse caminho de auxílio ao outro exige uma análise critica dos fatores que envolvem a vida da pessoa em questão. Isso pode revelar as diversas origens do problema e, também, direcionar para os melhores caminhos a fim de solucioná-los.
Os problemas de origens pessoais podem ser identificados na história de vida do aconselhado e têm muito a revelar sobre quem é a pessoa, como chegou ao ponto em que está. Identificadas as raízes das questões que a atormentam, ficará mais fácil desenvolver um trabalho de acompanhamento, de cuidado pastoral, até que haja libertação dos sentimentos negativos, dos pensamentos ruins e da forma de vida que prejudica a si mesmo e aos outros.
Quando um indivíduo nasce, já encontra uma estrutura pronta para recebê-lo. No decorrer de seu crescimento, ele não se adaptará a muitas questões que são consideradas normais para outras pessoas. Isso lhe trará conflitos interiores entre aquilo que pensa ser o correto e aquilo que todos dizem ser o certo. A estrutura política, social, financeira, familiar e outras vigentes durante o tempo de existência de uma pessoa poderão trazer problemas que exigirão maiores cuidados pastorais. E que o aconselhado não resista
O tratamento proposto.
As relações, os processos e as estruturas sociais, enquanto formas de dominação política e apropriação econômica, produz uma história de vida de muitas pessoas plena de diversidades, disparidades, desigualdades, antagonismos. As condições de sobrevivência, o trabalho das diversas categorias profissionais e as classes sociais é de fundamental importância para uma análise e identificação dos problemas de origens sociais. A libertação social precisa fazer parte da visão de quem faz um trabalho de orientação, de quebrar rodeios ou tabus, pois a raiz dos problemas poderá estar lá.
Identificada a origem das dificuldades da pessoa que busca ajuda pastoral, é necessário avaliar as opções de soluções existentes que favoreçam uma mudança de vida por parte de quem precisa passar pelo processo de ajuda. A militância política pode auxiliar na derrubada de sistemas que oprimem e destroem o ser humano. O cuidado pastoral orientado por este modelo pensa em uma teologia da quebra de resistências que vise à melhoria de vida. Em todos os aspectos da população. É um grande caminho para cuidar daqueles que almejam uma vida liberta por motivos banais, para derrubar barreiras, e levantar a auto-estima.



SILÊNCIO

Deus fez o silêncio para que pudéssemos bater de frente com o barulho. Como diria Lulu Santos, “não existiria som se não houvesse o silêncio”. Logo, o Silêncio é o importante da história. Manter o silêncio é uma benção, uma qualidade, uma força mas também pode ser o inicio para o fim, a faísca para o fogo.
Quanta vez se encontrou em uma situação onde tudo o que queria era quebrar o silêncio que existia no ar e sair falando um monte de coisas, algumas vezes boas, outras, nem tanto… Porém, ele estava ali, firme, forte, e sábio… o Silêncio.
Começamos pelo estagiário. O Silêncio deveria ser seu principal requisito. Como os estagiários sofrem. Sofrem se falam na hora errada, sofrem se não falam, e sofrem até mesmo quando estão certo, mas estagiário (e nada contra eles, pelo contrário, acho que são peças fundamentais em qualquer empresa) “nasceu” pra ficar em silêncio.
E o pessoal da criação? Tem o silêncio como uma benção. Aquele brainstorm com várias idéias saindo pelas mentes dos diretores de arte, os redatores exalando seus belos títulos. Mas, no fundo, toda boa idéia aparece quando o silêncio paira no ar.
O Atendimento usa do silêncio para ser paciente, seja com os doutores criativos, seja com os sabichões. O Planejamento pensa o silêncio. Saber usar o silêncio é uma das grandes virtudes de um profissional de atendimento e de aconselhamento Seja quando esta no meio de uma discussão com a participação de ajuda , seja no meio de um doutorado, ouvindo as informações. Ou consultórios pastorais.
Até mesmo o pessoal da produção, que vive no meio do som, do áudio, do vídeo, pede silêncio para ouvir aquele detalhe, silêncio para prestar bem atenção à perfeição.
Por definição, Silêncio significa estado de quem se cala, ausência de ruído. SOSSEGO, CALMA. O silêncio não paira no ar, invade a alma, transcende os espíritos, eleva os mil pensamentos, E é essa contradição que faz o mundo em que vivemos ser fantástico. O silêncio é uma dádiva de Deus, mas que existe como um paradigma a ser quebrado pelos escolhidos: nós, pastores, aconselhadores. Faça o mínimo de silêncio possível, você esta entrando no mundo da orientação e correção. Muitas vezes o silencio é sinal de resposta, a pergunta que não quer calar. Situações de revolta, recalque. Marcas que a vida deixou, são sintomas que marcam e machuca o indivíduo. Nada que o silencio traz à tona a realidade de fatos á resposta o silêncio pode nos dar.

INSUCESSOS, E O DESEJO DE INTERROPER A AJUDA PREMATURAMENTE

Quando procuramos maneiras de progredir, nós todos tendemos a enfocar áreas específicas diminutas, em traços que não gostamos em nós mesmos ou em habilidades mensuráveis que gostaríamos de adquirir ou melhorar.
Damos-nos por satisfeitos com muitos de nossos talentos vitais e habilidades, não percebendo que eles podem ser desenvolvidos e melhorados. Estes talentos e habilidades podem torná-lo mais efetivo e eficiente, no trabalho e fora dele. Eles são cruciais para o aconselhamento, e dominá-los irão lhe dar uma maior satisfação e a segurança que você precisa para avançar na orientação para o indivíduo
Nesta primeira parte que quero abordar, inicialmente o conceito de persistência. Que oferece várias perspectivas de pensamento que sustenta a idéia sobre que significa e o que fazer. Ter em mãos e na mente, para tal indivíduo tratado, não quebrar o elo de assistência, Estabeleça Metas para Você Mesmo, ajuda-lhe a enfocar aonde você quer ir e onde deseja levá-lo. Estabelecer metas significa que você não está sendo levado sem objetivos ou passivamente, de um lugar para outro, ou de uma ocupação para outra, o que pode Significar que você está estabelecendo objetivos em longo prazo para paulatinamente expressar cuidados. E verdade no tocante a sua palavra, encorajá-lo a uma introspectiva de consciência que o problema ainda é maior que se possa pensar, Não estagnar, mas avançar. Calcular tempo, mapeando e visualizando outrem, pode assim encadear soluções.citar frases bíblica; texto que possa comparar com dias atuais Leia as histórias da vida de homens e mulheres famosos. Todos eles estabeleceram metas para si próprios, depois nunca se desviaram dos caminhos que levaram a essas metas.
Considera as cinco habilidades de vida essenciais: criatividade, escutar, falar, ler, e tomar decisões. Muitas pessoas vêem a maneira como conduzem, ou não, esses aspectos do dia-a-dia da vida como imutáveis. Mas estas habilidades são procedimentos que se aprendem, e você encontrará uma variedade de técnicas que o ajudarão a desenvolver, refinar, e dominá-las.
Finalmente, você aprenderá como dominar o estresse, uma parte inevitável da vida. O estresse é muitas vezes visto como um fato simplesmente desagradável. Mas ele pode ser reduzido e dirigido para minimizar seus aspectos negativos e maximizar os positivos. Sem duvida aparece no caminho de aconselhamento. Ter uma vida reta de moral elevada. Ser conhecedor da palavra.


COMPREENSÃO DAS PESSOAS QUE SOFREM DE TENSÃO NERVOSA

Para compreender o comportamento humano é fundamental conhecer a motivação humana. O conceito de motivação se utilizou com diferentes sentidos. Em geral, motivo é o impulso que leva à pessoa a atuar de determinada maneira, isto é que dá origem a um comportamento especifico.
Este impulso à ação pode ser provocado por um estímulo externo, que provenha do ambiente, ou gerado internamente por processos mentais do indivíduo. Neste aspecto a motivação se relaciona com o sistema de cognição do indivíduo. Cognição ou conhecimento representa o que as pessoas sabem a respeito de si mesmas e do ambiente que as rodeia. O sistema cognitivo de cada pessoa inclui seus valores pessoais e esta profundamente influída por seu ambiente físico e social, sua estrutura fisiológica, os processos fisiológicos, e suas necessidades e experiências anteriores.
Em conseqüência, todos os atos do indivíduo estão guiados por sua cognição pelo que sente, pensa e crê.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu que se preste uma maior atenção ao diagnóstico e tratamento adequado das doenças mentais, tensão nervosa, como meio de reduzir a incidência do suicídio, cometido anualmente por cerca de 873.000 pessoas.

Por ocasião da realização do Dia Mundial da Saúde Mental, que neste ano ressalta a importância da conscientização social para os riscos, a agência sanitária da ONU lembra que o suicídio é uma das principais causas de mortes prematuras e evitáveis. Provocadas por tensão nervosa.

“Muito freqüentemente, o suicido é conseqüência de erros nos processos de diagnóstico e tratamento de sérias doenças mentais" assegurou o principal responsável da OMS, o sueco Anders Nordstrom.

A organização com sede em Genebra calcula que 90% dos casos de suicídio estão associados a desordens mentais ou que chamamos de tensão nervosa. Como depressão, esquizofrenia e alcoolismo e que no mundo há cerca de 450 milhões de pessoas com problemas mentais, neurológicos ou de conduta.

Um dos campos que mais preocupa os especialistas é o do suicídio entre os jovens, já que há países, como a China, que o ato se transformou na principal causa de morte da população entre os 15 e os 35 anos, enquanto na região Européia - formada por 52 países segundo a distribuição da OMS - já é a segunda.

Apesar do conhecimento de tratamentos efetivos para grande parte das desordens psiquiátricas, os especialistas asseguram que ainda existem grandes lacunas, especialmente com relação a sua acessibilidade.

De fato, a organização da ONU elaborou um estudo em quatorze países em desenvolvimento que põe em destaque que entre 76% e 85% das pessoas que sofrem com alguma doença mental não tinham recebido tratamento algum durante o último ano.

Por isso, Nordstrom apontou que "torna-se necessária uma resposta coordenada de todos os âmbitos para reduzir o suicídio através da luta contra as doenças mentais", que afetam cada vez mais pessoas no mundo todo.

Entre as propostas da OMS se encontra a promoção da saúde mental no campo das políticas nacionais e das Instituições e profissionais especializados, assim como das iniciativas de prevenção de desordens além do compromisso das comunidades locais.

CONCLUSÃO
A psicologia moderna está baseada na sabedoria do homem e não na de Deus. É a opinião dos homens em vez da autoridade da Palavra de Deus. A diversidade das opiniões humanas vê-se no fato de haver mais de duzentos e cinqüenta sistemas de psicoterapias e mais de dez mil técnicas, cada uma delas advoga superioridade em relação às demais.

Don Hillis afirma que “esta tendência contém no mínimo um perigo: A razão humana substitui a Palavra de Deus para resolver os problemas emocionais e espirituais. As respostas racionais que não estão fundamentadas em princípios espirituais podem trazer algum alívio temporal, mas com o tempo, os resultados podem ser decepcionantes e até prejudiciais.”



Muitos problemas, provavelmente a maior parte daqueles para os quais as pessoas precisam de ajuda, são os causados pelo pecado: lares desfeitos, famílias divididas, conflitos interpessoais, preocupações, drogas, álcool, assim como algumas depressões. Para todos estes problemas, o que é preciso não é a voz de uma psicoterapeuta, mais o poder da cruz de Cristo. Somente o Salvador pode dizer: ”Os teus pecados te são perdoados, vai em paz.”



Muitas vezes, as curas modernas para a alma procuram transferir a responsabilidade sobre outrem. O pecado é uma doença, ou então o problema é causado por meio da pessoa. Há que repreender os pais por causa da conduta inaceitável dos filhos. Como conseqüência, as pessoas estão aliviadas de toda a responsabilidade pessoal. John MacArthur fala de uma mulher que se dizia obrigada a viver uma vida imoral desde há anos: ”O conselheiro sugeriu que a sua conduta era o resultado de mágoas infligidas por um pai passivo e uma mãe demasiado autoritária.”

Henry Sloane Coffin avalia precisamente a situação: “a psicologia atual oferece mais um motivo para as pessoas se justificarem. Homens e mulheres que são examinados arranjam maneira de se emancipar descarregando nomes horríveis que os religiosos enérgicos associaram ao pecado, para rebatizá-los por nomes despidos de toda e qualquer idéia de culpa. Desta forma, as pessoas são mal adaptadas ou introvertidas em vez de desonestas e egoístas. Um homem de cinqüenta anos, cansado da sua mulher, envolve-se com uma jovem com metade da sua idade. O terapeuta diz-lhe que sofre de um “espasmo de volta à adolescência”, em vez de colocá-lo perante a verdade: «Não cometerás adultério». ”O tratamento que a sociedade oferece é a quem que podemos oferecer? para pessoas tensas, nervosa causada muitas vezes pela própria sociedade com caos e males vigentes, como transito. Fome falta de emprego, por não ter uma política de estruturação e organizacional devida.
Somos vozes que ecoam no deserto? temos. Capacidade de mudar parâmetros intransponíveis? Homens de DEUS?Até quando seremos negligentes?

REFERENCIAS
www.fen.ufg.br/revista/
Politicacidadaniaedignidade. blogspot.com/
Blog past./Hilton